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Bahia e Salvador na cabeça do ranking da extrema pobreza

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) trazem um cenário bastante negativo da Bahia e de Salvador, no ranking da extrema pobreza no país. Segundo o estudo, que teve como base os números levantados pelo órgão em 2022, nosso estado tem a 4ª maior taxa do Brasil, enquanto a nossa capital é 2ª entre todas as demais.

Em 2022, a Bahia apresentou um total de 1,79 milhão de pessoas vivendo com rendimentos abaixo de R$ 200,00 por mês, o maior número absoluto de pessoas nessa condição no país. Em termos percentuais, entretanto, é a 4ª maior taxa do Brasil (11,9% da população), atrás de Maranhão (15%), Acre (14%) e Alagoas (13,1%). Na outra ponta estão Santa Catarina (1,8%) e Distrito Federal (1,8%).

Salvador responde por 16,3% de todos os que estão se encontram em situação de extrema pobreza, com 289 mil pessoas nessa situação. É a segunda pior do Brasil entre as capitais, ficando atrás de São Paulo (444 mil) em termos absolutos e, em termos percentuais, atrás de Rio Branco. A capital do Acre tem 11,2% da população nessa situação, enquanto a capital baiana tem 9,9%. Na outra ponta estão Palmas/TO (1,3%) e Teresina/PI (1,5%).

Vale ressaltar que tanto a Bahia quanto Salvador evoluíram sobremaneira neste quesito em 2022, se comparado com 2021. O estado reduziu a taxa de extremamente pobres de 17% para 11,9% da população, enquanto a capital diminuiu esta parcela de 11,2% para 9,9% dos soteropolitanos.

Os números colocam, entretanto, enormes desafios para o governador Jerônino (PT) e o prefeito Bruno Reis (União Brasil). É preciso que a velocidade da aplicação de políticas públicas para mudar este quadro seja maior que a da propaganda e do discurso. Urgem medidas que ataquem o problema em sua base, na educação da juventude e na geração de emprego e renda para a população economicamente ativa da população.

Na parte que nos toca, a equação tributária tem muito a dizer sobre esta questão.

Salvador, 12 de dezembro de 2023 | Boletim 2882

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Mais de 100 pedidos de adesão a acordo de precatórios já foram registrados no Sindsefaz

Na primeira semana do período de adesão ao acordo de precatórios, o Sindsefaz registrou 110 solicitações presenciais protocoladas na sede da entidade. O balanço reúne os atendimentos realizados até esta sexta (27).

O edital foi divulgado pelo TJ-BA e prevê o pagamento de precatórios devidos pelo Estado com deságio de 40%, mediante adesão voluntária dos credores. O prazo oficial para adesão segue até 20 de março.

Para garantir tempo hábil de análise e cadastramento das informações, o Departamento Jurídico do Sindsefaz recebe as documentações até o dia 16 de março.

A entrega pode ser feita presencialmente, com atendimento por ordem de chegada e retirada de senha, ou por meio do e-mail acordotj.sindsefaz@gmail.com. Os documentos precisam estar em formato PDF, com tamanho máximo de 5 MB por arquivo. Não serão aceitas fotografias, e arquivos ilegíveis ou incompletos podem inviabilizar a adesão.

O Sindicato reforça a importância da leitura atenta do boletim informativo, que reúne as regras do edital e a lista de documentos exigidos. A conferência prévia é essencial para evitar pendências que possam comprometer o pedido.

Durante o período de 19 de fevereiro a 20 de março, o Departamento Jurídico permanece exclusivamente dedicado ao cadastro das adesões ao edital. Os demais atendimentos relacionados a outros processos e ações, salvo urgência legal, seguem suspensos até o encerramento do prazo.

Salvador, 27 de fevereiro de 2026 | Boletim 3330

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