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	<title>Sindsefaz</title>
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	<description>Sindicato dos Servidores da Fazenda do Estado da Bahia</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Jul 2026 11:51:23 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Sindsefaz</title>
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		<title>Com tarifaço, Trump quer moldar a economia global conforme os interesses dos EUA</title>
		<link>https://www.sindsefaz.org.br/destaque/com-tarifaco-trump-quer-moldar-a-economia-global-conforme-os-interesses-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindsefaz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:51:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[Consultor do Sindsefaz afirma que o século XXI deixou de ser marcado apenas pelo livre comércio e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6 style="text-align: justify;">Consultor do Sindsefaz afirma que o século XXI deixou de ser marcado apenas pelo livre comércio e passou a ser uma disputa entre projetos nacionais de desenvolvimento</h6>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O aumento das tarifas impostas pelo governo Donald Trump aos produtos brasileiros não pode ser compreendido apenas como uma medida de proteção comercial. Para o sociólogo Clemente Ganz Lúcio, consultor do Sindsefaz, trata-se de um movimento muito mais profundo, que revela uma transformação na geopolítica mundial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em artigo produzido sobre o tema, ele sustenta que o livre comércio deixou de ocupar posição central nas estratégias das grandes potências. Hoje, Estados Unidos, China e União Europeia disputam investimentos, tecnologia, inovação, cadeias produtivas e empregos por meio de políticas industriais, subsídios, crédito público, controle tecnológico e barreiras comerciais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;O tarifaço imposto pelo governo Donald Trump contra produtos brasileiros não deve ser interpretado apenas como mais um episódio de protecionismo comercial. Ele revela uma mudança estrutural da economia mundial, diz Clemente.</span></p>
<h5><span style="color: #000000;"><strong>Pressão política</strong></span></h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo Clemente, a própria justificativa econômica apresentada pelos Estados Unidos não se sustenta. Dados oficiais mostram que os norte-americanos mantêm superávit comercial na relação com o Brasil, tanto em bens quanto em serviços, o que enfraquece o argumento de desequilíbrio comercial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para ele, o objetivo passa a ser político. Ao utilizar tarifas para pressionar outros países, Washington transforma o comércio internacional em instrumento de coerção, condicionando o acesso ao mercado norte-americano ao alinhamento com seus interesses estratégicos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na avaliação do consultor do Sindsefaz, a grande disputa internacional deixou de ocorrer apenas pelos mercados consumidores. Hoje, ela acontece pela capacidade de atrair investimentos, dominar tecnologias e concentrar empregos qualificados. &#8220;A principal disputa contemporânea não é apenas por mercados. É pelos empregos&#8221;, avalia.</span><br /><br /><span style="color: #000000;">Segundo Clemente, controlar tecnologia significa controlar conhecimento, produtividade e soberania econômica. Por isso, políticas comerciais passaram a ser utilizadas como instrumentos para reorganizar cadeias produtivas e fortalecer projetos nacionais de desenvolvimento.</span></p>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Responder com inteligência</strong></span></h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para Clemente Ganz Lúcio, o Brasil deve defender seus interesses utilizando os instrumentos previstos no direito internacional e na Lei da Reciprocidade Econômica, mas evitando uma escalada de confronto. &#8220;Nenhuma nação soberana pode aceitar passivamente medidas unilaterais que prejudiquem seus trabalhadores e sua capacidade produtiva&#8221;, prega. </span><br /><br /><span style="color: #000000;">Ao mesmo tempo, a resposta brasileira precisa ir além da política comercial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Brasil reúne condições excepcionais para fortalecer sua posição internacional. Além de contar com um dos maiores mercados consumidores do mundo, dispõe de uma matriz energética relativamente limpa, liderança agrícola, capacidade industrial, um sistema financeiro digital reconhecido internacionalmente e uma das maiores reservas de minerais críticos e terras raras do planeta, recursos fundamentais para a produção de baterias, semicondutores, equipamentos de defesa e tecnologias ligadas à transição energética.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esses ativos conferem ao país uma posição estratégica em um cenário global marcado pela disputa por tecnologia, inovação e segurança das cadeias produtivas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para Clemente, a melhor resposta ao tarifaço não está apenas na imposição de contramedidas comerciais. Ela passa pela construção de um projeto nacional de desenvolvimento baseado em reindustrialização, inovação, educação, ciência, tecnologia, fortalecimento do mercado interno e valorização do trabalho. &#8220;Na nova geopolítica do trabalho, defender empregos significa defender produtividade. Defender produtividade significa defender soberania”, opina.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O episódio envolvendo o tarifaço e as críticas ao PIX evidenciam que as grandes disputas do século XXI já não se restringem às alfândegas. Elas envolvem o controle da tecnologia, das finanças, das cadeias produtivas e dos recursos estratégicos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nesse contexto, defender a soberania nacional significa garantir que o Brasil tenha autonomia para decidir seu próprio caminho de desenvolvimento, proteger seus interesses permanentes e transformar suas vantagens estratégicas em prosperidade para a população.</span></p>


<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="363" height="165" src="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01.jpg" alt="" class="wp-image-49570" style="width:147px;height:auto" srcset="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01.jpg 363w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01-300x136.jpg 300w" sizes="(max-width: 363px) 100vw, 363px" /></figure>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><em>Salvador, 22 de julho de 2026 | Boletim 343</em>8</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Primeira oficina do Encontro “Memória Ativa” reúne aposentados e pensionistas do Sindsefaz</title>
		<link>https://www.sindsefaz.org.br/destaque/primeira-oficina-do-encontro-memoria-ativa-reune-aposentados-e-pensionistas-do-sindsefaz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindsefaz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 20:06:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindsefaz realizou, nesta terça (21), a primeira edição do Encontro Memória Ativa, oficina de estimulação cognitiva [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Sindsefaz realizou, nesta terça (21), a primeira edição do <strong>Encontro Memória Ativa, oficina de estimulação cognitiva voltada aos aposentados e pensionistas</strong> da entidade. A atividade, conduzida pela gerontóloga e psicopedagoga <strong>Rita Rocha</strong>, reuniu cerca de 15 participantes e marcou o início de uma programação permanente que passará a integrar o calendário semanal do Sindicato.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir de agora, <strong>o Encontro Memória Ativa será realizado todas as terças-feiras, na sede do Sindsefaz, com duas turmas, às 9h30 e às 10h30.</strong> Os interessados em participar devem <strong>agendar sua vaga com a colaboradora Camila Farias, pelo telefone ou WhatsApp (71) 3617-8580.</strong> As turmas terão um limite máximo de 12 pessoas.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-51057" src="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo2-1024x282.jpg" alt="" width="1024" height="282" srcset="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo2-1024x282.jpg 1024w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo2-300x83.jpg 300w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo2-768x211.jpg 768w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo2.jpg 1498w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Durante a oficina, os participantes realizaram atividades voltadas ao fortalecimento da memória, da atenção, da concentração e do raciocínio lógico. Exercícios práticos, jogos, música e dinâmicas de grupo estimularam não apenas as funções cognitivas, mas também a interação social, promovendo um ambiente de convivência, descontração e bem-estar.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Rita Rocha, a proposta é demonstrar que o cuidado com a saúde do cérebro pode ser incorporado ao dia a dia de forma leve e prazerosa. <em>&#8220;Este primeiro encontro foi muito especial. O grupo participou com entusiasmo, interagiu, deu muitas risadas e aceitou os desafios com muita disposição. Hoje estimulamos habilidades importantes como memória, atenção, linguagem, raciocínio e convivência, mostrando que é possível cuidar da saúde do cérebro de forma leve e prazerosa&#8221;</em>, destacou.</p>
<h5 style="text-align: justify;"><strong>Bem-estar</strong></h5>
<p style="text-align: justify;">Além de estimular funções cognitivas, <strong>o Encontro Memória Ativa busca fortalecer os vínculos entre aposentados e pensionistas, oferecendo um espaço de convivência, troca de experiências e promoção da qualidade de vida.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A iniciativa integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo Sindsefaz para ampliar o cuidado com seus associados, incentivando o envelhecimento ativo e saudável por meio de atividades que unem conhecimento, socialização e bem-estar.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-51056" src="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo-1024x485.jpg" alt="" width="1024" height="485" srcset="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo-1024x485.jpg 1024w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo-300x142.jpg 300w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo-768x364.jpg 768w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo.jpg 1404w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>


<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="363" height="165" src="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01.jpg" alt="" class="wp-image-49570" style="width:147px;height:auto" srcset="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01.jpg 363w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01-300x136.jpg 300w" sizes="(max-width: 363px) 100vw, 363px" /></figure>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><em>Salvador, 21 de julho de 2026 | Boletim 343</em>7</p>



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			</item>
		<item>
		<title>O PIX é o Brasil: por que o sistema brasileiro de pagamentos entrou na mira dos Estados Unidos</title>
		<link>https://www.sindsefaz.org.br/destaque/o-pix-e-o-brasil-por-que-o-sistema-brasileiro-de-pagamentos-entrou-na-mira-dos-estados-unidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindsefaz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 19:21:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataque ao PIX revela que disputa vai muito além das tarifas comerciais e envolve soberania tecnológica, autonomia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6 style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><strong>Ataque ao PIX revela que disputa vai muito além das tarifas comerciais e envolve soberania tecnológica, autonomia financeira e capacidade do Estado brasileiro de construir soluções próprias</strong></span></h6>
<p style="text-align: justify;">O Pix nasceu em 2020 como uma inovação do sistema financeiro brasileiro. Em poucos anos, transformou-se no <strong>principal meio de pagamento do país</strong>, movimentando trilhões de reais, reduzindo custos para consumidores e empresas, ampliando a inclusão financeira e tornando-se referência internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, o sistema brasileiro também se tornou alvo de interesses externos. A decisão do governo dos Estados Unidos de incluir o Pix entre os temas investigados em sua ofensiva comercial contra o Brasil demonstra que a disputa atual vai muito além da exportação de produtos ou das tarifas de importação.</p>
<p style="text-align: justify;">O que está em jogo é quem controlará as grandes infraestruturas financeiras do século XXI. Mais do que um aplicativo de pagamentos, <strong>o Pix representa uma política pública construída pelo Estado brasileiro por meio do Banco Central. Gratuito para milhões de pessoas físicas, disponível 24 horas por dia e integrado a praticamente todo o sistema bancário nacional, ele reduziu drasticamente a dependência dos brasileiros em relação aos tradicionais meios privados de pagamento.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Essa transformação alterou o equilíbrio de um mercado historicamente dominado por grandes operadoras internacionais de cartões e plataformas financeiras.</p>
<h5 style="text-align: justify;"><strong>Muito além do comércio</strong></h5>
<p style="text-align: justify;">As críticas formuladas por setores ligados ao governo norte-americano ocorrem em um contexto de crescente competição tecnológica entre Estados nacionais. Cada vez mais, infraestrutura digital, sistemas financeiros, inteligência artificial, semicondutores e plataformas tecnológicas passaram a ser tratados como ativos estratégicos de soberania.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse cenário, <strong>o Pix representa uma experiência rara de protagonismo brasileiro.</strong> Ao desenvolver um sistema nacional de pagamentos, <strong>o Brasil demonstrou que é possível oferecer uma solução pública eficiente, segura e amplamente utilizada, reduzindo custos para a população e fortalecendo a autonomia do sistema financeiro nacional.</strong></p>
<h5 style="text-align: justify;"><strong>Soberania financeira</strong></h5>
<p style="text-align: justify;">O consultor do Sindsefaz, sociólogo<strong> Clemente Ganz Lúcio</strong>, afirma que o mundo vive uma mudança estrutural. Segundo ele, a competição internacional deixou de ocorrer apenas entre empresas e passou a envolver projetos nacionais de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa lógica ajuda a compreender por que tecnologias estratégicas, como sistemas nacionais de pagamento, passaram a ocupar posição central nas disputas internacionais. Quando um país desenvolve soluções próprias para organizar seus fluxos financeiros, ele amplia sua capacidade de formular políticas públicas, reduzir custos econômicos e fortalecer sua autonomia diante de interesses externos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A discussão provocada pelo tarifaço evidencia que soberania, atualmente, não se limita às fronteiras territoriais. Ela envolve tecnologia, informação, infraestrutura digital e capacidade do Estado de construir soluções estratégicas para sua população.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, preservar a autonomia do PIX significa preservar uma política pública brasileira reconhecida internacionalmente e construída para atender aos interesses nacionais. Mais do que um instrumento de pagamento, <strong>o PIX tornou-se um símbolo da capacidade do país de inovar e desenvolver tecnologias próprias em benefício da sociedade.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-51043" src="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/image_9ee74ffd-1024x559.png" alt="" width="1024" height="559" srcset="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/image_9ee74ffd-1024x559.png 1024w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/image_9ee74ffd-300x164.png 300w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/image_9ee74ffd-768x419.png 768w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/image_9ee74ffd.png 1408w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>


<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="363" height="165" src="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01.jpg" alt="" class="wp-image-49570" style="width:147px;height:auto" srcset="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01.jpg 363w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01-300x136.jpg 300w" sizes="(max-width: 363px) 100vw, 363px" /></figure>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><em>Salvador, 20 de julho de 2026 | Boletim 343</em>6</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Não haverá transição ecológica sem trabalho decente &#8211; Clemente Ganz Lúcio</title>
		<link>https://www.sindsefaz.org.br/artigos/nao-havera-transicao-ecologica-sem-trabalho-decente-clemente-ganz-lucio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindsefaz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 17:38:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sindsefaz.org.br/?p=51035</guid>

					<description><![CDATA[A humanidade enfrenta um momento decisivo de sua história. O aquecimento global e a degradação ambiental deixaram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A humanidade enfrenta um momento decisivo de sua história. O aquecimento global e a degradação ambiental deixaram de ser uma ameaça futura para se tornar uma realidade presente, consequência da falta de atuação dos governos e do setor produtivo diante dos inúmeros alertas de instituições e especialistas e dos 30 anos de debates deliberativos das Conferências das Nações Unidas de Mudança do Clima (COP). O problema se expressa na intensificação dos eventos climáticos extremos, na perda acelerada da biodiversidade, na degradação dos ecossistemas, na insegurança alimentar, nas migrações forçadas e no agravamento das desigualdades sociais e territoriais. A crise climática e ambiental já afeta economias, cidades, sistemas produtivos e a vida cotidiana de bilhões de pessoas em todo o mundo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Responder a esse desafio exige muito mais do que reduzir emissões de gases de efeito estufa. Exige uma profunda transformação do modelo de desenvolvimento que estruturou a economia mundial desde a Revolução Industrial. Será necessário reorganizar a matriz energética, modificar processos produtivos, redefinir padrões de consumo, transformar sistemas de transporte, reconstruir cidades, restaurar ecossistemas, promover novas formas de produzir riqueza compatíveis com os limites ambientais do planeta e difundir educação ambiental que coloque a responsabilidade intransferível da humanidade com a existência da vida no planeta terra.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Portanto, essa transformação não é apenas ambiental. Ela é, sobretudo, uma transformação econômica, tecnológica, social, cultural e política e, da qual, o mundo do trabalho se coloca como dimensão estratégica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Toda mudança estrutural na economia altera a forma como as pessoas trabalham, as ocupações existentes, as competências requeridas, a organização da produção, a distribuição da renda e as relações entre capital, trabalho e Estado. A transição para uma economia de baixo carbono não fugirá a essa regra. Ela criará setores produtivos, impulsionará tecnologias inovadoras, modificará cadeias globais de valor, reduzirá a importância relativa de determinadas atividades econômicas e ampliará outras. Muitos empregos desaparecerão; outros serão profundamente transformados; milhões de novos postos de trabalho poderão surgir.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A questão decisiva, portanto, não é apenas como reduzir emissões, mas saber quem participará dessa transformação, quem será atingido, quem será protegido durante esse processo e quem terá acesso às novas oportunidades que serão criadas. É exatamente nesse ponto que emerge o conceito de Transição Justa e destaca-se o papel da negociação coletiva para planejar essas mudanças.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Construída ao longo de décadas pelo movimento sindical internacional e posteriormente incorporada pela Organização Internacional do Trabalho, ao Acordo de Paris e às negociações climáticas multilaterais, a Transição Justa parte de um princípio simples e profundamente democrático: nenhuma política climática será socialmente sustentável se produzir desemprego, ampliar desigualdades ou abandonar trabalhadores, comunidades e territórios à própria sorte. A agenda climática não pode ser construída contra os trabalhadores. Ao contrário, deve ser construída com eles e o diálogo social é a ferramenta política avançada para produzir acordos que regularão as relações de trabalho nas necessárias transições.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Essa perspectiva representa uma mudança importante na própria compreensão da política climática. Durante muitos anos, grande parte do debate concentrou-se quase exclusivamente na redução das emissões de carbono, na preservação da biodiversidade ou na expansão das energias renováveis. Todos esses objetivos permanecem essenciais. Contudo, tornam-se insuficientes quando não estão relacionados com a realidade das pessoas que vivem do trabalho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A transição energética produzirá mudanças profundas em setores intensivos em carbono. Cadeias produtivas inteiras precisarão ser reorganizadas. Novas competências profissionais serão exigidas. Regiões dependentes de determinadas atividades econômicas enfrentarão enormes desafios de reconversão produtiva. Ao mesmo tempo, surgirão oportunidades inéditas na bioeconomia, na economia circular, na restauração ambiental, na mobilidade sustentável, na construção civil de baixo carbono, na agricultura regenerativa, na indústria de equipamentos para energias renováveis, na economia do cuidado e em inúmeros outros segmentos. Mas nada disso ocorrerá automaticamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A história demonstra que os mercados, sozinhos, não organizam transições dessa magnitude de forma socialmente equilibrada. Sem políticas públicas, planejamento estratégico e diálogo social, as transformações tendem a concentrar benefícios, ampliar desigualdades e produzir exclusões. Por isso, a Transição Justa não deve ser compreendida como uma política compensatória destinada apenas a minimizar perdas. Ela constitui uma estratégia de desenvolvimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Seu objetivo não é apenas proteger trabalhadores atingidos pelas mudanças. Seu propósito é organizar a transformação econômica de modo que a sociedade produza simultaneamente sustentabilidade ambiental, produtividade, inovação, geração de empregos de qualidade, redução das desigualdades e fortalecimento da democracia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A construção dessa nova agenda exige recolocar o trabalho no centro da estratégia de desenvolvimento. Durante muito tempo, parte importante do debate econômico tratou o trabalho apenas como um fator de produção ou um custo a ser reduzido para ampliar a competitividade. Essa visão revelou-se incapaz de responder aos grandes desafios do século XXI. As economias mais inovadoras e produtivas do mundo são justamente aquelas que combinam elevados investimentos em ciência e tecnologia, educação de qualidade, proteção social robusta, instituições de diálogo social e valorização do trabalho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A transição ecológica confirma essa constatação. Ela não será conduzida apenas por novas tecnologias ou por investimentos em infraestrutura verde. Ela dependerá, fundamentalmente, da capacidade das sociedades de educar e qualificar pessoas, desenvolver competências, reorganizar ocupações, construir novas instituições e assegurar que os benefícios da transformação sejam distribuídos de maneira socialmente equilibrada. Em outras palavras, a economia de baixo carbono será, antes de tudo, uma economia intensiva em conhecimento, inovação e trabalho qualificado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Isso significa que as políticas climáticas são elementos estruturantes das políticas industriais, tecnológicas, educacionais e de emprego. A separação tradicional entre política econômica, política ambiental e política do trabalho já não faz sentido diante da complexidade das transformações em curso. A emergência climática exige uma abordagem integrada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os investimentos em energias renováveis, por exemplo, devem ser acompanhados por programas de formação profissional capazes de preparar eletricistas, engenheiros, técnicos, operadores e gestores para novas cadeias produtivas. A expansão da economia do hidrogênio verde exige investimentos simultâneos em pesquisa, universidades, institutos tecnológicos e qualificação da força de trabalho. A eletrificação dos transportes modifica profundamente toda a cadeia automotiva, exigindo novos perfis ocupacionais. A bioeconomia amazônica demandará pesquisadores, trabalhadores florestais, técnicos agrícolas, empreendedores, cooperativas e comunidades tradicionais articuladas em novos arranjos produtivos. Cada investimento climático possui, portanto, uma dimensão laboral e social.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Essa compreensão amplia significativamente o conceito de Transição Justa. Não se trata apenas de proteger trabalhadores de setores que perderão importância econômica. Trata-se de construir capacidades nacionais para ocupar os espaços produtivos que emergirão da nova economia. Essa talvez seja a principal diferença entre uma política ambiental e uma estratégia de desenvolvimento sustentável.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A primeira preocupa-se corretamente com metas de redução de emissões e preservação dos ecossistemas. A segunda incorpora esses objetivos, mas pergunta também quais setores serão fortalecidos, quais tecnologias serão desenvolvidas, quais territórios serão dinamizados, quais empregos serão criados, quem terá acesso às oportunidades e como os ganhos produzidos pela transformação serão compartilhados pela sociedade. É nesse ponto que o Brasil possui uma oportunidade singular.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Poucos países reúnem, simultaneamente, a diversidade biológica, a matriz energética relativamente limpa, a capacidade científica, a experiência agrícola, a base industrial e a riqueza sociocultural necessárias para liderar uma economia de baixo carbono. Mas essa vantagem potencial somente será convertida em desenvolvimento se houver vontade política, capacidade de coordenação pública, planejamento estratégico e participação social.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A experiência internacional demonstra que as grandes transformações econômicas nunca ocorreram espontaneamente. Elas foram conduzidas por Estados capazes de orientar investimentos, mobilizar recursos financeiros, estimular inovação, coordenar atores públicos e privados e construir instituições que reduziram incertezas e ampliaram capacidades produtivas. A transição ecológica exigirá esse mesmo tipo de Estado com alta capacidade de articulação e de cooperação com o setor privado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Amazônia talvez seja um exemplo expressivo dessa possibilidade. Durante décadas, a região foi tratada como fronteira de expansão econômica baseada na exploração predatória dos recursos naturais. A lógica predominante associava desenvolvimento ao desmatamento, à ocupação desordenada do território e à degradação ambiental. Os resultados dessa estratégia são conhecidos: perda acelerada da cobertura florestal, conflitos fundiários, violência, baixa agregação de valor e persistência de profundas desigualdades sociais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Há no país hoje uma outra visão estratégica que ganha preponderância. Por exemplo, o Arco da Restauração da Amazônia<a style="color: #000000;" href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a>, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e executado pelo BNDES<a style="color: #000000;" href="#_ftn2" name="_ftnref2">[2]</a> simboliza essa mudança de paradigma. Mais do que um programa de recuperação florestal, ele representa uma estratégia de desenvolvimento territorial capaz de articular conservação ambiental, inovação tecnológica, geração de renda e inclusão produtiva. Sua ambição vai muito além do plantio de árvores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ao recuperar milhões de hectares de áreas degradadas, o programa cria as condições para o surgimento de novas cadeias econômicas ligadas à restauração florestal, aos sistemas agroflorestais, à produção de sementes, ao manejo sustentável, à bioeconomia, ao turismo de natureza, à pesquisa científica e aos serviços ambientais. Essa estratégia demonstra que proteger a floresta não significa impedir o desenvolvimento. Significa construir outro padrão de desenvolvimento, baseado na valorização do patrimônio natural, do conhecimento científico e dos saberes das populações que historicamente vivem e trabalham na Amazônia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Sob essa perspectiva, restaurar florestas também significa restaurar oportunidades de trabalho, fortalecer economias locais e criar perspectivas para milhões de brasileiros. Trata-se de um programa que expressa de forma concreta o conceito de Transição Justa, pois procura integrar proteção ambiental, geração de emprego, desenvolvimento regional, inclusão social e participação comunitária em uma mesma estratégia pública, mostrando que a agenda climática pode ser, simultaneamente, uma agenda de combate às desigualdades e de fortalecimento da economia nacional.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Um dos nossos desafios é multiplicar esses exemplos, em todos os setores e atividades econômicas, orientado pelo planejamento estratégico e sustentado pelo diálogo social capaz de construir acordos que fortalecem nossa democracia e suas instituições.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> BNDES, Arco da Restauração: <a style="color: #000000;" href="https://florestas.bndes.gov.br/iniciativas/arco-da-restauracao/" target="_blank" rel="noopener">https://florestas.bndes.gov.br/iniciativas/arco-da-restauracao/</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="#_ftnref2" name="_ftn2">[2]</a> O MMA define as diretrizes de política pública e o BNDES estrutura os instrumentos financeiros, opera o Fundo Amazônia e coordena a implementação dos programas de restauração.  O Arco da Restauração foi concebido para transformar o chamado &#8220;Arco do Desmatamento&#8221; em um grande corredor de recuperação florestal, com metas de restaurar <strong>6 milhões de hectares até 2030</strong> e de alcançar <strong>24 milhões de hectares até 2050</strong>.</span></p>


<p class="wp-block-paragraph"><em>*Por Clemente Ganz Lúcio. Clemente é Sociólogo, coordenador do Fórum das Centrais Sindicais, membro do CDESS – Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável da Presidência da República, membro do Conselho Deliberativo da Oxfam Brasil, Enviado Especial para COP-30 sobre Trabalho, Coordenador do Grupo de Facilitação do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, consultor e ex-diretor técnico do DIEESE (2004/2020).</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>TV Sindsefaz mostra avanço da construção do novo prédio-sede da entidade</title>
		<link>https://www.sindsefaz.org.br/destaque/tv-sindsefaz-mostra-avanco-da-construcao-do-novo-predio-sede-da-entidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindsefaz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:15:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[A TV Sindsefaz acompanhou mais uma etapa da construção da nova sede do Sindicato. Na manhã da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>A TV Sindsefaz acompanhou mais uma etapa da construção da nova sede do Sindicato.</strong> Na manhã da última quarta-feira (15),</span><strong> <a href="https://www.sindsefaz.org.br/destaque/nova-sede-do-sindsefaz-avanca-com-etapa-de-concretagem-da-estrutura/" target="_blank" rel="noopener">foi realizada a concretagem da estrutura do edifício</a></strong><span style="color: #000000;">, um importante avanço no cronograma da obra, acompanhado por diretores da entidade durante visita técnica ao canteiro de obras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na reportagem, o engenheiro responsável pela execução da obra explica a importância da concretagem para a estrutura do prédio e detalha as próximas etapas da construção. Já o diretor do Sindicato, Elias Fonseca, destaca o significado do empreendimento para a entidade e para os filiados.</span></p>
<p><iframe title="TV Sindsefaz - Andamento da construção da nova sede" width="1100" height="619" src="https://www.youtube.com/embed/r5Lf2U_GOCw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>


<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="363" height="165" src="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01.jpg" alt="" class="wp-image-49570" style="width:147px;height:auto" srcset="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01.jpg 363w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01-300x136.jpg 300w" sizes="(max-width: 363px) 100vw, 363px" /></figure>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><em>Salvador, 20 de julho de 2026&nbsp;|&nbsp;Boletim 343</em>5</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária faz tecnologia, inteligência e conhecimento caminharem juntos</title>
		<link>https://www.sindsefaz.org.br/destaque/reforma-tributaria-faz-tecnologia-inteligencia-e-conhecimento-caminharem-juntos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindsefaz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:55:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sindsefaz.org.br/?p=51024</guid>

					<description><![CDATA[O profissional que atuará na fiscalização do IBS precisará combinar experiência de campo, domínio da legislação, análise [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6 style="text-align: justify;"><strong>O profissional que atuará na fiscalização do IBS precisará combinar experiência de campo, domínio da legislação, análise de dados e inteligência artificial para enfrentar fraudes cada vez mais sofisticadas</strong></h6>
<p style="text-align: justify;">Durante décadas, a imagem do fiscal esteve associada à conferência de documentos, à abordagem de veículos e ao combate direto à sonegação nas estradas. Essas atividades continuam essenciais. Mas a Reforma Tributária amplia significativamente o conjunto de competências exigidas dos profissionais responsáveis pela fiscalização do novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que conhecer a legislação tributária, <strong>o fiscal do futuro precisará compreender cadeias logísticas, interpretar indicadores de risco, utilizar ferramentas de inteligência artificial e transformar grandes volumes de dados em decisões rápidas e precisas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Agente de Tributos Estaduais <strong>Fábio Barbosa</strong>, um dos autores do artigo A ressignificação das Auditorias no Trânsito de Mercadorias pela Reforma Tributária, a evolução tecnológica muda profundamente a forma de trabalhar, mas torna o conhecimento humano ainda mais relevante.<em> &#8220;O servidor vai continuar precisando saber abordar um veículo, conferir carga, ler documento fiscal na hora e ter jogo de cintura numa rodovia. Mas vai precisar somar a isso leitura de indicadores de risco, entendimento dos fluxos econômicos e conhecimento de como a fraude acontece dentro da cadeia do IBS&#8221;</em>, informa.</p>
<h5 style="text-align: justify;"><strong>Conhecimento estratégico</strong></h5>
<p style="text-align: justify;">A fiscalização do futuro será cada vez mais baseada em inteligência. Sistemas eletrônicos indicarão operações suspeitas, apontarão padrões de comportamento e selecionarão cargas com maior probabilidade de irregularidade.<strong> Caberá aos fiscais interpretar essas informações, definir prioridades e confirmar, em campo, se os indícios identificados pelos algoritmos realmente correspondem à realidade.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Essa mudança desloca parte do trabalho repetitivo para as ferramentas tecnológicas e amplia o espaço para atividades que dependem de análise crítica, experiência e julgamento técnico. Em vez de substituir pessoas, a tecnologia potencializa sua capacidade de atuação.</p>
<h5 style="text-align: justify;"><strong>Formação permanente</strong></h5>
<p style="text-align: justify;">Esse novo cenário reforça a importância da qualificação profissional. A atualização permanente deixa de ser apenas um diferencial e passa a integrar o próprio exercício da função fiscal.<strong> Temas como</strong> <strong>inteligência artificial, ciência de dados, monitoramento eletrônico, análise de risco, logística, cadeias produtivas e investigação de fraudes passam a fazer parte do cotidiano da Administração Tributária.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação de Fábio Barbosa, <strong>essa transformação exige investimentos contínuos em capacitação.</strong> <em>&#8220;O servidor vai precisar entender tanto de estrada quanto de sistema&#8221;</em>, diz. A afirmação resume o perfil do profissional que a Reforma Tributária passa a exigir.</p>


<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="242" src="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/BOX-5_Prancheta-1-copia-3-1024x242.jpg" alt="" class="wp-image-51026" style="width:941px;height:auto" srcset="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/BOX-5_Prancheta-1-copia-3-1024x242.jpg 1024w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/BOX-5_Prancheta-1-copia-3-300x71.jpg 300w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/BOX-5_Prancheta-1-copia-3-768x182.jpg 768w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/BOX-5_Prancheta-1-copia-3.jpg 1404w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>


<h5 style="text-align: justify;"><strong>Tecnologia e experiência</strong></h5>
<p style="text-align: justify;">Embora a inteligência artificial amplie significativamente a capacidade das administrações tributárias, ela continua limitada quando confrontada com situações que exigem percepção humana. <strong>Fraudes sofisticadas, inconsistências entre documentos e mercadorias, destinatários fictícios, alterações de rota e outras irregularidades continuam dependendo da atuação direta dos fiscais.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>É justamente essa combinação entre tecnologia e experiência que permitirá maior eficiência na fiscalização do IBS.</strong> Enquanto os sistemas processam milhões de informações em poucos segundos, cabe ao servidor interpretar contextos, avaliar comportamentos e transformar dados em decisões.</p>
<h5 style="text-align: justify;"><strong>Novo momento</strong></h5>
<p style="text-align: justify;">Na Secretaria da Fazenda da Bahia, essa transformação representa uma oportunidade para fortalecer ainda mais a fiscalização do trânsito de mercadorias. <strong>As DATs, os postos fiscais e as equipes volantes deixam de atuar apenas como estruturas operacionais e passam a integrar um modelo de fiscalização orientado por inteligência, tecnologia e análise de risco.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nesse ambiente, investir na formação e valorização dos fiscais significa fortalecer a própria capacidade do Estado de combater fraudes, proteger a arrecadação e garantir recursos para as políticas públicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Como demonstrou esta série especial, <strong>o futuro da fiscalização não será definido apenas por computadores mais rápidos ou sistemas mais sofisticados. Ele dependerá, sobretudo, da capacidade das pessoas</strong> de utilizar essas ferramentas com inteligência, responsabilidade e compromisso com o interesse público. Porque, na nova Administração Tributária, a tecnologia aponta o caminho, mas continua sendo o fiscal quem transforma informação em justiça fiscal.</p>


<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="363" height="165" src="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01.jpg" alt="" class="wp-image-49570" style="width:147px;height:auto" srcset="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01.jpg 363w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01-300x136.jpg 300w" sizes="(max-width: 363px) 100vw, 363px" /></figure>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><em>Salvador, 17 de julho de 2026&nbsp;|&nbsp;Boletim 343</em>4</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Giro de Notícias 138 atualiza as últimas notícias do Sindsefaz</title>
		<link>https://www.sindsefaz.org.br/destaque/giro-de-noticias-138-atualiza-as-ultimas-noticias-do-sindsefaz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindsefaz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 20:12:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sindsefaz.org.br/?p=51020</guid>

					<description><![CDATA[Acompanha a edição nº 138 do nosso Giro de Notícias e fique antenado com as últimas notícias [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Acompanha a edição <strong>nº 138 do nosso Giro de Notícias</strong> e fique antenado com as <strong>últimas notícias do Sindsefaz.</strong> Nesta quinta (16), abordamos <strong>Promoção dos Técnicos Administrativos, Mandado de Segurança da diferença da GF para aposentados, Campanha pela taxação dos super-ricos e sobre o Encontro Memória Ativa</strong>, que acontece dia 21 de julho. Assista.</p>


<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="16/07/26 - Giro de notícias nº 138" width="1100" height="619" src="https://www.youtube.com/embed/KmxoVm55AzA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="363" height="165" src="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01.jpg" alt="" class="wp-image-49570" style="width:147px;height:auto" srcset="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01.jpg 363w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01-300x136.jpg 300w" sizes="(max-width: 363px) 100vw, 363px" /></figure>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><em>Salvador, 16 de julho de 2026 | Boletim 343</em>3</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova sede do Sindsefaz avança com etapa de concretagem da estrutura</title>
		<link>https://www.sindsefaz.org.br/destaque/nova-sede-do-sindsefaz-avanca-com-etapa-de-concretagem-da-estrutura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindsefaz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 12:59:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sindsefaz.org.br/?p=51016</guid>

					<description><![CDATA[A construção da nova sede do Sindsefaz deu mais um importante passo na manhã da última quarta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A construção da nova sede do Sindsefaz deu mais um importante passo na manhã da última quarta (15), com a realização da concretagem de uma nova etapa da estrutura do edifício. O serviço foi acompanhado por diretores da entidade durante visita técnica ao canteiro de obras.</span></p>
<ul>
<li><strong><a href="https://www.sindsefaz.org.br/fotos/13-10-25-novo-predio/" target="_blank" rel="noopener">Veja as imagens do projeto arquitetônico da nova sede do Sindsefaz</a></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A concretagem marca mais um avanço no cronograma da obra e representa a transição para novas etapas da estrutura do prédio, que aos poucos começa a ganhar forma. Durante a visita, a diretoria acompanhou a execução dos serviços e recebeu da equipe de engenharia informaçãoes sobre o andamento da construção e as próximas fases previstas.</span></p>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Sede moderna</strong></span></h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><a href="https://www.sindsefaz.org.br/noticias/sindsefaz-avanca-em-projeto-de-construcao-da-nova-sede/?highlight=pr%C3%A9dio-sede" target="_blank" rel="noopener">A futura sede do Sindsefaz</a></strong> está sendo construída na esquina das ruas Amazonas e Maranhão, no bairro da Pituba, em Salvador, em um terreno de 560,96 m². O edifício terá oito pavimentos e foi projetado para reunir, em um único espaço, os setores administrativos, jurídicos e de comunicação do Sindicato, além de ambientes destinados ao atendimento dos filiados e à realização de eventos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O projeto prevê recepção integrada, auditório com suporte audiovisual, salas de reunião, áreas de convivência, estacionamento com 31 vagas e uma vaga destinada a pessoas com deficiência (PCD), além de elevadores e banheiros acessíveis em todos os andares, em conformidade com as normas de acessibilidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Um dos pavimentos será destinado à locação comercial, contribuindo para a sustentabilidade financeira do empreendimento. A cobertura contará com um espaço de convivência voltado ao bem-estar dos colaboradores.</span></p>


<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="363" height="165" src="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01.jpg" alt="" class="wp-image-49570" style="width:147px;height:auto" srcset="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01.jpg 363w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01-300x136.jpg 300w" sizes="(max-width: 363px) 100vw, 363px" /></figure>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><em>Salvador, 16 de julho de 2026 | Boletim 343</em>2</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Campanha em defesa da justiça tributária será lançada na Bahia nesta sexta (17)</title>
		<link>https://www.sindsefaz.org.br/destaque/campanha-em-defesa-da-justica-tributaria-sera-lancada-na-bahia-nesta-sexta-17/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindsefaz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:23:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sindsefaz.org.br/?p=50995</guid>

					<description><![CDATA[A construção de um sistema tributário mais justo e capaz de reduzir as desigualdades sociais estará no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A construção de um sistema tributário mais justo e capaz de reduzir as desigualdades sociais estará no centro dos debates que acontecem nesta sexta (17), em Salvador, durante o lançamento, na Bahia, da campanha nacional &#8220;Taxar os Super-Ricos: Justiça Tributária Começa no Topo&#8221;. A mobilização propõe maior tributação sobre grandes fortunas e reforça o debate sobre redução das desigualdades no sistema tributário brasileiro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">O evento será realizado das 15h às 20h, no Armazém do Campo, no Pelourinho, reunindo representantes de movimentos sociais, organizações da sociedade civil, especialistas, lideranças políticas e cidadãos interessados em discutir um dos principais desafios da tributação brasileira, que é a baixa incidência de impostos sobre grandes patrimônios, rendas elevadas e fortunas.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Taxar os super-ricos é uma bandeira histórica defendida pelo Sindsefaz e pela Fenafisco. Ao longo dos últimos anos, as duas entidades têm participado ativamente dos debates sobre Reforma Tributária, justiça fiscal e fortalecimento da Administração Tributária, defendendo um sistema mais equilibrado, capaz de financiar políticas públicas e reduzir as desigualdades existentes no país.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Tributação progressiva</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A campanha parte da constatação de que o modelo tributário brasileiro concentra grande parte da arrecadação sobre o consumo, fazendo com que pessoas de menor renda suportem, proporcionalmente, uma carga tributária maior do que aqueles que concentram patrimônio e renda elevados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">A proposta da mobilização é ampliar o debate público sobre mecanismos de tributação mais progressivos, em que a contribuição para o financiamento do Estado seja distribuída de forma mais compatível com a capacidade econômica de cada contribuinte.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na avaliação dos organizadores, uma tributação mais equilibrada pode contribuir para ampliar a capacidade de financiamento de políticas públicas nas áreas de saúde, educação, assistência social e infraestrutura, além de enfrentar desigualdades históricas presentes na sociedade brasileira.</span></p>


<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="382" src="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/Box-evento-1-1024x382.png" alt="" class="wp-image-50996" srcset="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/Box-evento-1-1024x382.png 1024w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/Box-evento-1-300x112.png 300w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/Box-evento-1-768x287.png 768w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/07/Box-evento-1.png 1399w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>


<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Especialistas debatem</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A programação prevê a apresentação oficial da campanha na Bahia, seguida de um debate sobre justiça tributária, distribuição da carga tributária e os impactos sociais do atual modelo de arrecadação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Participam das discussões a assistente social Tânia Palma (Coletiva Mahin – Organização de Mulheres Negras para os Direitos Humanos), Leonardo Queiroz (advogado e assessor parlamentar no Senado), Maíra Vida (advogada e professora), Carolina Gonçalves (especialista em direito tributário e coordenadora da Oxfam Brasil).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além dos debates, serão apresentadas as estratégias nacionais de mobilização, os materiais produzidos pela campanha e uma Carta-Compromisso voltada a pré-candidaturas interessadas em assumir compromissos com a pauta da justiça tributária.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Justiça tributária</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A discussão sobre justiça tributária ganhou novo impulso nos últimos anos com a aprovação da Reforma Tributária, que reorganizou a tributação sobre o consumo e abriu espaço para novos debates sobre a tributação da renda e do patrimônio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para o Sindsefaz, <strong>o fortalecimento da Administração Tributária e a construção de um sistema tributário mais eficiente caminham lado a lado com a busca por maior justiça fiscal.</strong> A entidade defende que um modelo equilibrado de arrecadação é fundamental para garantir recursos destinados aos serviços públicos e promover maior equidade social. O Sindicato participou ativamente dos debates para a elaboração do documento Reforma Tributária Solidária, que apontou caminhos de como construir justiça tributária no Brasil.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>A atividade é aberta ao público</strong> e pretende fortalecer a articulação entre organizações baianas comprometidas com o debate sobre justiça tributária, ampliando a participação da sociedade nas discussões sobre o financiamento do Estado e a redução das desigualdades.</span></p>
<p style="text-align: justify;">


<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="363" height="165" src="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01.jpg" alt="" class="wp-image-49570" style="width:147px;height:auto" srcset="https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01.jpg 363w, https://www.sindsefaz.org.br/web/wp-content/uploads/2026/02/Selo-2-01-300x136.jpg 300w" sizes="(max-width: 363px) 100vw, 363px" /></figure>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><em>Salvador, 15 de julho de 2026&nbsp;|&nbsp;Boletim 3431</em></p>



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		<title>São Pedro anima colegas da Infaz Irecê em mais uma confraternização junina</title>
		<link>https://www.sindsefaz.org.br/destaque/sao-pedro-anima-colegas-da-infaz-irece-em-mais-uma-confraternizacao-junina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindsefaz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:23:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O espírito dos festejos juninos também tomou conta da região de Irecê. No dia 30 de junho, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">O espírito dos festejos juninos também tomou conta da região de Irecê. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No dia 30 de junho, os colegas fazendários da Infaz Irecê realizaram mais uma edição da tradicional confraternização junina da categoria, dessa vez voltada a São Pedro, que se comemora em 29/06. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A festa reuniu cerca de 50 participantes entre servidores e familiares, no Meat Bear Restaurante, em Irecê. Foi uma noite marcada por muito forró, comidas típicas e fortalecimento dos laços de amizade construídos no ambiente de trabalho e ao longo da trajetória na Secretaria da Fazenda. O encontro proporcionou uma noite de reencontros, integração e celebração das tradições nordestinas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Consolidado como um dos momentos mais aguardados do calendário de confraternizações da categoria, os presentes aproveitaram a animação de Felipe do Acordeon, que colocou todos para dançar ao som do autêntico forró, embalando uma festa marcada pela alegria e pelo clima típico do São João.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A decoração temática, as comidas típicas e o figurino junino dos participantes deram um colorido especial ao ambiente, reforçando o compromisso dos colegas em preservar uma das manifestações culturais mais importantes do Nordeste.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Tradição</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Sindsefaz parabeniza os colegas da Infaz Irecê pela realização de mais essa bonita confraternização, que mantém viva a cultura nordestina e reforça os laços de pertencimento entre os fazendários baianos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ao longo dos anos, os encontros juninos promovidos pelas unidades do interior, que sempre contam com o apoio financeiro e político do Sindicato, tornaram-se uma tradição entre os associados, aproximando colegas da ativa, aposentados e familiares em um ambiente de descontração, amizade e celebração.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Confira também o vídeo e as fotos da festa e reviva os melhores momentos dessa grande celebração junina dos colegas de Irecê e região.</span></p>


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<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><em>Salvador, 15 de julho de 2026&nbsp;|&nbsp;Boletim 3430</em></p>



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