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Campanha Novembro Azul – Diagnóstico

Diagnóstico
 
Tendo dúvidas em relação à presença da doença, o paciente deve procurar um urologista de confiança para que ele indique exames básicos para detectar o câncer de próstata. De acordo com os especialistas, o toque retal é a forma mais segura de detectar anormalidades. Rápido e indolor, o exame é parte fundamental para detectar o estágio da doença assim como para definir o tipo de tratamento.

Outros exames, como a dosagem de PSA (antígeno prostático específico), a biópsia, o ultrassom transretal e a cintilografia óssea também são importantes exames para identificar o estágio do câncer. Sem tratamento adequado, o câncer de próstata pode se espalhar para outros órgãos do corpo (metástase).

Cada tipo de câncer tem uma história natural e evolução peculiares. Um mesmo órgão pode ter vários tipos de doenças malignas, com distintos graus de gravidade. Também é distinta a evolução de tumores de mesma linhagem celular quando acometem órgãos diferentes. De maneira geral, não existe um caso igual a outro: a idade do paciente, o estado geral em que se encontra, a extensão da positividade na biópsia, o tipo de diferenciação das células (se elas se parecem com a glândula original ou não), são algumas das variáveis para análise da gravidade de caso.

Conheça os exames diagnósticos:

Exame de toque retal: é utilizado para diagnosticar qualquer anormalidade na próstata. De acordo com os especialistas, o exame do toque retal deve ser realizado por homens acima de 50 anos. Dura aproximadamente 10 segundos, é simples e praticamente indolor, além de não afetar a masculinidade. É sempre recomendável e também fundamental para detectar o estágio da doença, bem como para definição do tratamento.

PSA (antígeno prostático específico): é a dosagem de uma proteína do sangue por meio de exame de sangue. O valor limite do PSA aceitável é abaixo de 4 ng/ml, porém podem existir tumores com PSA abaixo deste valor. Quando o PSA estiver acima de 10 ng/ml há indicação formal para biópsia. Para valores entre 4-10 ng/ml, deve-se também levar em consideração a velocidade do PSA e a relação PSA livre/total.

Ultrassom transrretal: pode ser usado para orientar a biópsia da próstata. Também poder ser útil na determinação do volume prostático e para avaliar a extensão local da doença.

Cintilografia óssea: é fundamental na identificação do estágio do câncer da próstata, sendo altamente sensível, porém pouco específica. É indicada em todo paciente portador de câncer da próstata com PSA > 20ng/ml e PSA entre 10-20 com graduação histológica de Gleason > 7.

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