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BRASIL 247 – Financiadora do golpe de 2016, elite quer mais

247 – O presidente da Volkswagen no Brasil, David Powels, disse que o Brasil perdeu competitividade desde 2015 e que “apesar da desvalorização cambial, o Brasil é um país cada vez mais caro em relação aos outros”. Segundo Powels, a situação poderá ser revertida com a aprovação de reformas, incluindo a tributária, que, para ele, é tão importante quanto a trabalhista e previdenciária.

“São mudanças relevantes e necessárias [as reformas]. Temos confiança de que isso ajudará a indústria em geral. Temos muito potencial se o governo conseguir continuar a aprovar reformas, como a trabalhista. Temos custos no Brasil muito mais elevados em comparação com outros países. Temos, ainda, os custos de logística. Custa muito levar as peças para nossas fábricas e também transportar os carros acabados para as concessionárias”, disse Powels em entrevista ao jornal Valor Econômico. Ele disse ter “confiança de que elas vão acontecer nos próximos 12, 18 meses”.

O executivo criticou a alta de impostos sobre os combustíveis anunciada nesta quinta-feira (21) pelo governo Michel Temer. “Esse aumento não vai ajudar a nossa indústria. Por isso digo que a terceira reforma mais importante é a tributária. Nossa indústria e muitas outras pagam impostos muito altos. É preciso reduzir essa carga para crescer. O primeiro passo, com a nova lei trabalhista, foi bom. Mas as reformas previdenciária e tributária têm que acontecer o mais rápido possível para o bem da atividade econômica”, destacou.

Powels também disse que o Brasil vem perdendo competitividade nos últimos anos e que o país “ficou caro” em relação a outras nações. “Este país tem alguns desafios para ser competitivo. Eu trabalhei aqui entre 2002 a 2007 e voltei nove anos depois. Durante esse tempo, na minha percepção, o país perdeu bastante competitividade. Os custos de mão de obra aumentaram muito mais do que a inflação sem grande aumento de produtividade. Eu não estou falando sobre Volkswagen ou a indústria automobilística. Estou falando da economia em geral. O Brasil é um país caro em relação ao outros. Mesmo com a desvalorização do câmbio esse país perde competitividade. Daqui para a frente precisamos atacar esse assunto para segurar o futuro”, observou.

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Mais de 100 pedidos de adesão a acordo de precatórios já foram registrados no Sindsefaz

Na primeira semana do período de adesão ao acordo de precatórios, o Sindsefaz registrou 110 solicitações presenciais protocoladas na sede da entidade. O balanço reúne os atendimentos realizados até esta sexta (27).

O edital foi divulgado pelo TJ-BA e prevê o pagamento de precatórios devidos pelo Estado com deságio de 40%, mediante adesão voluntária dos credores. O prazo oficial para adesão segue até 20 de março.

Para garantir tempo hábil de análise e cadastramento das informações, o Departamento Jurídico do Sindsefaz recebe as documentações até o dia 16 de março.

A entrega pode ser feita presencialmente, com atendimento por ordem de chegada e retirada de senha, ou por meio do e-mail acordotj.sindsefaz@gmail.com. Os documentos precisam estar em formato PDF, com tamanho máximo de 5 MB por arquivo. Não serão aceitas fotografias, e arquivos ilegíveis ou incompletos podem inviabilizar a adesão.

O Sindicato reforça a importância da leitura atenta do boletim informativo, que reúne as regras do edital e a lista de documentos exigidos. A conferência prévia é essencial para evitar pendências que possam comprometer o pedido.

Durante o período de 19 de fevereiro a 20 de março, o Departamento Jurídico permanece exclusivamente dedicado ao cadastro das adesões ao edital. Os demais atendimentos relacionados a outros processos e ações, salvo urgência legal, seguem suspensos até o encerramento do prazo.

Salvador, 27 de fevereiro de 2026 | Boletim 3330

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