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BAHIA POSSUI 33 BARRAGENS COM RISCO DE DESABAMENTO

13/11/15 – Bahia Econômica
BAHIA POSSUI 33 BARRAGENS COM RISCO DE DESABAMENTO

Segundo dados do mais recente relatório da Agência Nacional de Águas (ANA) sobre segurança de barragens aponta que a Bahia tem 33 estruturas classificadas como de alto risco. A informação vem no momento em que o Brasil está em alerta com o rompimento de duas barragens em Mariana (MG).
 
Conforme o levantamento, o grau de risco das barragens inclui o dano potencial associado, que pode ocorrer em caso de ruptura dos empreendimentos, a exemplo da perda de vidas humanas, mais impactos econômicos, sociais e ambientais. Um terço das estruturas classificadas como de alto risco na Bahia é de propriedade da Companhia de Energia Hídrica e de Saneamento da Bahia (Cerb). A maior parte, construída para abastecimento humano, algumas de terra, outras de alvenaria, segundo o relatório.
 
Outras cinco pertencem à Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), também voltadas ao abastecimento humano. Cinco pertencem ao Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs), usadas  para abastecimento humano e  o consumo animal. Uma, destinada à irrigação, pertence à Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Duas são da mineradora Magnesita Refratários S.A, ambas para abastecimento industrial. As demais estão em nome de pessoas físicas ou de fazendas.
 
Uma das barragens apontadas no relatório, a Ipitanga II, da Embasa, está no perímetro da Grande Salvador, em área conurbada com a capital e o município de Simões Filho. Erguida em  concreto, com 21 m de altura, tem um reservatório de 4,6 hectômetros cúbicos (hm³).  Hectômetro é uma  medida de comprimento que equivale a 100 m. A barragem Joanes II, do mesmo órgão, pertence ao Sistema Integrado Salvador-Lauro de Freitas,  que integra a estrutura de Pedra do Cavalo, não citada no relatório. A primeira é uma construção de terra com capacidade de   128 hm³.
 
Sobre a classificação  de ‘alto risco’, a Embasa diz  que isso não se deve à insegurança estrutural, mas ao alto volume de acumulação dos reservatórios  bem como à presença de residências isoladas próximo à jusante dos barramentos. E argumenta que o sistema de classificação de risco é um instrumento preventivo, para identificar  reservatórios que precisam de maior atenção. Desse modo a classificação serve para dosar os procedimentos de monitoramento a serem adotados.(A Tarde)
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